Iniciação à Pesquisa

O que é a iniciação à pesquisa científica, tecnológica e em inovação?

A iniciação à pesquisa é a oportunidade para alunos de graduação, ensino médio e fundamental desenvolverem atividades como, por exemplo:

  • aprender e praticar a metodologia de pesquisa em qualquer área do conhecimento;
  • identificação e acesso às fontes seguras da informação científica;
  • leitura e possível aprofundamento de textos científicos;
  • participação em ambiente de pesquisa (laboratórios, eventos científicos, atividades práticas, reuniões da equipe de pesquisa), incluindo a convivência com pesquisadores da UFCAT e convidados nacionais e internacionais, mestrandos, doutorandos e pós-doutorandos.

Por que participar da iniciação à pesquisa?

A iniciação à pesquisa não é apenas para aqueles que querem seguir a carreira acadêmica. A exposição ao método científico permite que o aluno desenvolva habilidades para a resolução de questões complexas, o espírito crítico e a organização, além de trabalhar a escrita e a verbalização de ideias, desenvolvimento de projeto e gerenciamento de tempo, fortalecimento de princípios éticos profissionais, criatividade e capacidade de pensamento abstrato, e a formação de redes para trocas de experiência.

Essas habilidades podem ajudar o aluno em qualquer escolha profissional que realizar, seja no ambiente acadêmico ou fora dele. Em outras palavras, a iniciação à pesquisa científica, tecnológica e/ou em inovação, qualifica a formação profissional daquele que dela participa.

Um trabalho realizado pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), ligado ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, mostrou a influência do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC) “na redução do tempo de ingresso no mestrado, o que colabora para a formação pós-graduada mais precoce e mais articulada com a graduação”.

Segundo esse estudo, as chances dos egressos do PIBIC completarem o mestrado é 2,2 vezes maior e de completarem o doutorado 1,5 vezes maior em relação aos alunos que não participaram do programa. “Esse resultado já diferencia o perfil de empregabilidade e de remuneração”, destaca o documento. De acordo com o CGEE, mestres têm chance 2,5 vezes e doutores 3,5 vezes maior de estarem empregados em entidades de docência e pesquisa, em relação a quem não cursou a pós-graduação.

Mas não é somente quem segue carreira acadêmica que ganha com a iniciação à pesquisa. Outra conclusão do CGEE é que, para os egressos do PIBIC empregados, independentemente de terem cursado a pós-graduação, há um acréscimo à sua remuneração. “Os egressos do PIBIC que vão trabalhar ganham em média 5% a mais, controladas as demais variáveis, como idade, grande área do conhecimento e sexo”.

O estudo completo do CGEE pode ser acessado no link: https://goo.gl/rhTQHP

Como participar do Programa de Iniciação à Pesquisa da UFG?

Alunos:

  • O primeiro passo seria a identificação de um professor que trabalhe com temáticas do seu interesse. A identificação dessas temáticas podem ser por meio de uma disciplina que você frequenta, de linhas de pesquisa nas quais o professor(a) atua nos Programas de Pós-graduação da UFCAT (https://cppg.catalao.ufg.br/p/5331-mestrados-e-doutorado) ou pesquisas que vêm sendo realizadas pelo(a) professor(a), identificadas no currículo Lattes dele(a) (http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/busca.do?metodo=apresentar).
  • Entrar em contato com o professor identificado e manifestar o seu interesse pela iniciação à pesquisa, solicitando orientações.
  • Acessar, neste site, mais informações sobre o Programa de Iniciação à Pesquisa Científica, Tecnológica e a Inovação (PROIP) da UFCAT.

Professores/Pesquisadores:

  • Acessar, neste site, as informações sobre o Programa de Iniciação à Pesquisa Científica, Tecnológica e a Inovação da UFCAT, cujo Edital de seleção de propostas é publicado anualmente, no início do ano letivo.
  • É preciso também se atentar aos procedimentos prévios, necessários para a submissão das propostas (elaboração e cadastro de projeto; submissão aos comitês de ética, quando necessário; aprovação pela unidade de vínculo do docente/pesquisador), sendo que este planejamento poderá se iniciar no ano anterior.